Pessoa a pagar num terminal com cartão de crédito

Os portugueses investem pouco, têm uma forte aversão ao risco, assumem-se conservadores ou moderados e preferem a segurança dos produtos com capital garantido na hora de aplicar o seu dinheiro. A conclusão é do 2º Barómetro Doutor Finanças, numa edição dedicada aos Hábitos de Investimento, que traça um retrato detalhado dos comportamentos, perfis e motivações dos investidores portugueses, bem como das barreiras sentidas por quem não investe. Realizado pela Universidade Católica-Lisbon, em parceria com o Doutor Finanças, o estudo baseia-se numa amostra representativa da população adulta residente em Portugal, ponderada por sexo, idade, escolaridade e região.

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Os portugueses investem pouco, têm uma forte aversão ao risco, assumem-se conservadores ou moderados e preferem a segurança dos produtos com capital garantido na hora de aplicar o seu dinheiro. A conclusão é do 2º Barómetro Doutor Finanças, numa edição dedicada aos Hábitos de Investimento, que traça um retrato detalhado dos comportamentos, perfis e motivações dos investidores portugueses, bem como das barreiras sentidas por quem não investe. Realizado pela Universidade Católica-Lisbon, em parceria com o Doutor Finanças, o estudo baseia-se numa amostra representativa da população adulta residente em Portugal, ponderada por sexo, idade, escolaridade e região.

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Os portugueses investem pouco, têm uma forte aversão ao risco, assumem-se conservadores ou moderados e preferem a segurança dos produtos com capital garantido na hora de aplicar o seu dinheiro. A conclusão é do 2º Barómetro Doutor Finanças, numa edição dedicada aos Hábitos de Investimento, que traça um retrato detalhado dos comportamentos, perfis e motivações dos investidores portugueses, bem como das barreiras sentidas por quem não investe. Realizado pela Universidade Católica-Lisbon, em parceria com o Doutor Finanças, o estudo baseia-se numa amostra representativa da população adulta residente em Portugal, ponderada por sexo, idade, escolaridade e região.

Perguntas Frequentes

O salário líquido é o valor que o trabalhador recebe no final do mês, ou seja, após todos os descontos legais e obrigatórios sobre o salário bruto, como a Segurança Social, e o IRS (retenção na fonte). É o montante efetivamente transferido para a conta bancária todos os meses.

O salário bruto é o valor total acordado com o empregador antes de quaisquer descontos.

O salário líquido é o valor final que o trabalhador recebe após serem subtraídos todos os descontos obrigatórios (Segurança Social, IRS etc.).

Para calcular o salário líquido em 2026 em Portugal, tem de:

  1. Identificar o salário bruto mensal.
  2. Aplicar os descontos para a Segurança Social (11% para trabalhadores por conta de outrem).
  3. Aplicar a retenção na fonte de IRS, que varia conforme o rendimento, estado civil e número de dependentes.
  4. Subtrair outros encargos contratuais, se existirem (ex: seguro de saúde, alimentação, etc.).

Os principais descontos são:

  • Segurança Social: 11% para trabalhadores dependentes (23,75% a cargo da entidade empregadora).
  • IRS (retenção na fonte): conforme as tabelas de retenção publicadas anualmente.
  • Outros descontos: quotas sindicais (opcional)

A retenção na fonte de IRS em 2026 funciona com base em:

  • Valor do salário bruto mensal.
  • Situação familiar (casado, solteiro, número de filhos).
  • Regime de retenção (por exemplo, opção por englobamento ou não).

Sobre o regime de retenção na fonte, a questão do englobamento só se aplica quando se entrega a declaração de IRS. É nessa altura que é calculada a taxa de retenção na fonte final.

Ao longo dos meses, o empregador retém mensalmente uma percentagem do salário, a qual é entregue ao Estado como adiantamento do IRS a pagar no ano seguinte.

Depende:

  • Se os subsídios de férias e de Natal forem pagos por inteiro em junho e dezembro, não fazem parte do salário líquido mensal.
  • Se forem pagos em duodécimos (divididos pelos 12 meses), então sim, estão incluídos no salário líquido mensal.

Sim. Ter um agregado familiar com mais elementos, como filhos ou dependentes, pode reduzir a taxa de retenção na fonte de IRS, o que resulta num salário líquido mais alto. Isso ocorre porque a carga fiscal é ajustada conforme as responsabilidades familiares.

Sim. Se tiver filhos ou outros dependentes a cargo, é provável que a retenção na fonte de IRS seja menor, o que pode aumentar o salário líquido. Essa mudança deve ser comunicada à entidade empregadora, para que as tabelas de retenção sejam aplicadas corretamente.

testSim, o simulador de salário líquido do Doutor Finanças é uma ferramenta fiável. Está atualizado de acordo com as tabelas de IRS, contribuições da Segurança Social e outros parâmetros legais em vigor. Deve-se sempre validar os dados inseridos para garantir a precisão dos resultados.

A informação que consta no artigo não é vinculativa e não invalida a leitura integral de documentos que suportem a matéria em causa.

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